Autor: Lucyanna Melo

Lasier defende unidade política pelo Rio Grande do Sul

Em reuniões no Palácio Piratini e na Assembleia Legislativa na manhã desta segunda-feira (18), o senador Lasier Martins (Pode-RS) defendeu a unidade entre os parlamentares eleitos pelos gaúchos e os poderes para que o Rio Grande do Sul supere a grave crise financeira que vive. “É louvável a presença de parlamentares de todas as siglas na reunião. Isso significa a sensibilidade dos nossos parlamentares aos problemas do estado. Temos que ter claro que acima de todos os interesses, está o Rio Grande e a sociedade gaúcha”, defendeu Lasier.

No Palácio Piratini, o governador Eduardo Leite (PSDB) e seus secretários receberam senadores e deputados federais. Eles discutiram a destinação de recursos. O governador fez um apelo aos representantes gaúchos em Brasília para que dialoguem com o governo e busquem, de forma conjunta, com muito diálogo e democracia, unir esforços para que mudanças estruturais possam ser promovidas no estado. “Estamos mal e não temos remédio. Mas precisamos buscar remédio e, felizmente, temos a quem recorrer. Para isso, no entanto, é preciso unirmo-nos pela causa maior, o Rio Grande. Deixemos de lado ideologias e posições político-partidárias em nome do que é preciso para recolocar nosso estado no rumo certo”, acrescentou o senador.

Na Assembleia, o anfitrião foi presidente da casa, deputado Luís Augusto Lara (PTB). Ele reuniu o governador, senadores, deputados federais, deputados estaduais, representantes do Judiciário e de setores produtivos. A busca pela unidade de atuação é uníssona. “Cada vez o nosso estado deve mais e não consegue pagar. Temos que discutir prioridades e agir com força em pautas específicas, que devem ser discutidas de forma coletiva. Os temas estão postos: a dívida estadual com a União, o Pacto Federativo e a Lei Kandir. São muitos os temas e precisamos de ideias para enfrentarmos o grave momento e superarmos o que está posto”, finalizou Lasier.

(ASCOM)

Brasília: fim da aposentadoria especial para políticos avança no Senado

A Comissão de Direitos Humanos (CDH) aprovou, na quinta-feira (14), o relatório do senador Lasier Martins (PODE – RS) do projeto que pede o fim da aposentadoria especial de políticos (governadores e presidente da República). O texto, que obteve apoio unânime na CDH, teve participação popular: foi baseado em uma sugestão de um cidadão através do portal E-Cidadania. A proposta agora tramitará no Senado como Proposta de Emenda à Constituição (PEC). 

Lasier, assim como diz a justificativa da matéria, acredita que “a primeira reforma da previdência deve ser feita nas aposentadorias especiais, como de governadores e presidente (que já não existe) e, todos devem seguir o regime geral da previdência do INSS, idade mínima, tempo mínimo de contribuição e o mesmo teto aplicado a todos sem distinção.” O senador gaúcho vai além. “Essa providência de acabar com aposentadorias especiais deve ser estendida a todos os detentores de mandato eletivo, como deverá ser proposto”, disse. 

No Rio Grande do Sul, a aposentadoria especial de governadores foi extinta. A proposta, aprovada na legislatura passada, foi da deputada estadual Any Ortiz (PPS-RS). “Não basta discursos. Os políticos têm o dever de dar o exemplo. Eu abri mão da aposentadoria especial que os senadores têm direito. Mas entendo que isso deve ser regrado pela legislação e não por vontade pessoal”, acrescentou Lasier Martins. 

Iniciativa Popular –  O projeto surgiu de uma iniciativa do cidadão Rafael Zucco, em agosto de 2017, através do E-Cidadania, e obteve o apoio de mais de 20 mil internautas. Assim, foi transformado em Sugestão Legislativa, para qual foi designado o senador Lasier Martins como relator. O E-Cidadania foi criado em 2011 para facilitar o acesso do cidadão ao Senado Federal e incentivar a participação popular na discussão de temas de grande relevância. 

Fonte: Jornal de Gravataí

Fake news, a crise dos 30 da Internet

Março de 2019 marca os 30 anos da criação da World Wide Web, da Internet. O britânico Tim Berners-Lee é o responsável pela criação da rede que mudou os parâmetros de comunicação (e, por que não, de relacionamento) em todo o mundo. A Internet chegou aos 30 e vive sua primeira grande crise: a das fake news.

Jornalista há mais de 50 anos, confesso minha preocupação extrema com isso. Pesquisa do Instituto de Tecnologiade Masachussetts (MIT) aponta que, nos EUA, as informações falsas têm 70% mais chances de ser compartilhadas nas redes sociais do que as notícias verdadeiras. Cada publicação verdadeira atinge, em média, mil pessoas. Já as falsas podem atingir até cem mil pessoas. Claro que tem a ver com as machetes apelativas e sensacionalistas. Mas isso não diminui o impacto, ao contrário, aumenta, pois a tendência é que o internauta leia apenas as chamadas.

É urgente o combate efetivo às fake news. Essa tarefa deve ser de toda a sociedade e em todo o mundo. Este não é um fenômeno isolado. Informação é poder e um cidadão bem informado exerce seus direitos e deveres com mais autonomia. Já a manipulação de fatos e informações torna o cidadão refém. Por uma democracia verdadeira, precisamos de verdades, de fatos, não de mentiras.

Por isso, o bom jornalismo se torna a cada dia mais fundamental. Há, no exercício comprometido da profissão, um amplo processo de checagem de informação, de fontes e pesquisa. Ouvem-se todos os lados e todos os envolvidos, buscam-se especialistas, testam-se hipóteses e, ao final, reportam-se fatos. Não há na história exemplo de democracia que seja conivente com o cerceamento da imprensa e da liberdade de expressão. Tudo isso com a garantia do sagrado direito da liberdade de expressão, sem censura. Mas é preciso também destacar a imperativa responsabilidade dos veículos e dos jornalistas. Ao reportar fatos e acontecimentos, estamos registrando a história. Portanto, a imparcialidade é imprescindível.

Aos colegas jornalistas, meu apelo pela ética e zelo com nosso papel no fortalecimento da democracia. Aos leitores, meu apelo para que busquem fontes seguras de informação e para que não propaguem mentiras e fake news.

Senador Lasier Martins do Podemos/RS

Fonte: CORREIO DO POVO

Ato político marca protocolo de pedido de impeachment de Gilmar

Oito senadores de diferentes partidos, juristas e líderes de movimentos sociais se reuniram com o professor e advogado Modesto Carvalhosa, que protocolou esta manhã (14) um novo pedido de impeachment do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF). O encontro proposto pelo senador Lasier Martins (Pode-RS), autor de projeto que agiliza o rito dos processos de impedimentos de membros da Suprema Corte no Senado, se converteu em ato político em favor da renovação da política, da independência do Congresso e da depuração do Judiciário.

Os presentes se renovaram nas manifestações de apoio a Carvalhosa, após a explanação do jurista, que expressou esperança de um novo momento no país e de uma abertura do Senado à demanda popular por um posicionamento em torno de pedidos iguais ao que protocolou. Os senadores Alvaro Dias (Pode-PR), Oriovisto Guimarães (Pode-PR), Major Olímpio (PSL-SP), Styvenson Valentim (Pode-RN), Eduardo Girão (Pode-CE), Alessandro Vieira (PPS-SE) e Randolfe Rodrigues (Rede-AP) também enalteceram uma conjunção favorável de fatores para que se prospere iniciativas como a de Carvalhosa, começando pela renovação do quadro de senadores na atual legislatura.

Adelaide Oliveira, líder do Vem Pra Rua, sublinhou o papel da mobilização popular nesse momento e aplaudiu a sintonia dos presentes com uma demanda atual. O juiz federal Antônio Cláudio, do Distrito Federal, exaltou a oportunidade da CPI da Lava Toga, proposta pelo senador Alessandro Vieira, que já reuniu 25 assinaturas e dedicada a apurar crimes cometidos por membros do Judiciário.

(ASCOM)